Segunda-feira, 10 de agosto
Você, marido, dê-lhe honra como a um vaso mais frágil, o feminino. — 1 Ped. 3:7.
Um relatório recente da Organização Mundial da Saúde mostra que muitos maridos abusam da esposa em sentido físico, verbal ou emocional. Alguns maridos até tratam a esposa com respeito na frente de outras pessoas, mas quando estão a sós são abusivos. Por que alguns maridos tratam a esposa de modo abusivo? Alguns talvez tenham sido criados por um pai violento e por isso acham que seu comportamento é normal. Outros são influenciados pelo ambiente em que vivem. Por exemplo, em algumas culturas, existe a ideia de que um homem de verdade precisa usar a força para mostrar para a esposa quem realmente manda. Outros homens não foram ensinados a controlar suas emoções, incluindo a raiva. Além disso, alguns desenvolvem uma visão distorcida sobre as mulheres e sobre o sexo porque veem pornografia com frequência. E para piorar a situação, alguns relatórios mostram que, durante a pandemia da covid-19, mais maridos começaram a maltratar as esposas. Mas é claro que nada disso justifica o comportamento abusivo de um marido. w25.01 2:2-3
Terça-feira, 11 de agosto
Visto que Cristo sofreu na carne, armem-se também da mesma disposição. — 1 Ped. 4:1.
Jesus deixou claro qual era o mandamento mais importante da Lei mosaica quando disse: “Ame a Jeová, seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de toda a sua mente e de toda a sua força.” (Mar. 12:30) O amor a Jeová envolve nosso coração, o que inclui nossos desejos, sentimentos e emoções. Também envolve nossa devoção a ele de toda a alma e força. Além disso, o amor a Jeová tem a ver com a nossa mente, incluindo a maneira como pensamos. É claro que nunca vamos entender completamente todos os pensamentos de Jeová. Mas nós podemos entender melhor o seu modo de pensar por estudar “a mente de Cristo”. Afinal, Jesus imitou perfeitamente a maneira de pensar de seu Pai. — 1 Cor. 2:16 w25.03 10:1
Quarta-feira, 12 de agosto
Por intermédio dele temos o livramento por resgate, por meio do sangue dele, sim, o perdão das nossas falhas, segundo as riquezas da sua bondade imerecida. — Efé. 1:7.
Jesus, por ser perfeito, era como Adão antes de pecar. (1 Cor. 15:45) Ao morrer, Jesus pôde fazer expiação pelo pecado de Adão, ou seja, recuperar aquilo que Adão tinha perdido. (Rom. 5:19) Dessa forma, Jesus se tornou “o último Adão”. Não há necessidade de que outro homem perfeito venha e pague por aquilo que Adão perdeu. Jesus morreu “de uma vez para sempre”. (Heb. 7:27; 10:12) Qual então é a diferença entre a expiação e o resgate? A expiação é o que Deus fez para que voltássemos a ser amigos dele. O resgate é o preço pago para tornar a expiação possível a favor de humanos pecadores. Esse preço é representado pelo sangue precioso de Jesus, que foi derramado em nosso favor. — Heb. 9:14. w25.02 6:12-13