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  • Nossa recordação dos falecidos
    A Sentinela — 1972 | 1.° de novembro
    • (veja a versão do Pontifício Instituto Bíblico) diz-se que os falecidos não estavam no purgatório ou num estado consciente, mas que haviam ‘adormecido’.

      Os clérigos, ao ensinarem uma falsidade a respeito do estado dos mortos e por se aproveitarem da tristeza das pessoas por causa dos seus entes queridos que faleceram, têm tomado dinheiro por se aproveitaram dos temores e da sensação de incapacidade dos sobreviventes. Por isso são realmente culpados de extorsão. Estão mentindo e apresentando mal a Deus, e estão tirando dos vivos a esperança e o consolo que as Escrituras oferecem.

      Segundo a promessa certa e a garantia de Deus, os vivos podem esperar com plena certeza que seus queridos falecidos voltem para ter plena oportunidade de vida. Daí, sob a regência do Reino de Cristo, que o malfeitor ao lado de Jesus aguardava, poderão provar se são pessoas que amam as instruções de Deus e lhes obedecem, ou não.

      Por conseguinte, o que devemos nós, os vivos, fazer neste tempo para garantirmos estar vivos a fim de acolhê-los de volta dos mortos e realmente ajudá-los, Devemos estudar agora a Palavra de Deus, a Bíblia, visando a plena obediência aos seus princípios justos. Por fazermos isso, poderemos sobreviver à destruição do atual sistema de coisas, que segundo todas as evidências está muito próxima. (Mat. 24:7-14, 34; Sof. 2:3) Quão bom será receber de volta os falecidos e participar em ajudar estes ressuscitados a obter mais conhecimento de Deus, resultando em vida eterna! — João 17:3.

  • Exortação à humildade na formatura de Gilead
    A Sentinela — 1972 | 1.° de novembro
    • Exortação à humildade na formatura de Gilead

      NA SEGUNDA-FEIRA, 6 de março de 1972, às 14 horas, duas mil e uma pessoas lotaram o Salão de Assembléias das Testemunhas de Jeová na cidade de Nova Iorque. O motivo disso? A formatura da 52.ª classe da Escola Bíblica de Gilead da Torre de Vigia.

      O presidente da escola, N. H. Knorr, presidiu ao programa. Depois dum cântico inicial e de uma oração, o irmão Knorr fez algumas observações sobre a mocidade e o entusiasmo desta classe de estudantes.

      Seguiu-se uma série de pequenos discursos, proferidos pelos instrutores de Gilead e por outros. O primeiro destes discursos salientou que não havia crise de identificação entre as Testemunhas, assim como se dá admitidamente entre outros que professam ser ministros cristãos. O segundo orador salientou a importância do interesse no bem-estar dos irmãos cristãos. Ele foi seguido por alguém que advertiu contra olhar-se para trás com anseio, porque isto resulta em comiseração de si mesmo e em desânimo. O próximo discurso mostrou a importância da faculdade de raciocínio treinada pela Bíblia para fazer decisões. Ainda outro orador salientou a humildade, a humildade mental, e exortou os missionários a aceitarem as pessoas na sua designação missionária. O último destes pequenos discursos lembrou aos missionários a felicidade que os aguardava por terem fixado para si alvos sábios.

      A seguir leram-se diversas mensagens, inclusive cabogramas e telegramas, após o que falou F. W. Franz, vice-presidente da Sociedade Torre de Vigia (dos E. U. A.). Ele salientou a seriedade do compromisso que assumiram, de sua dedicação como servos de Deus. Considerou também em pormenores Eclesiastes 5:1-7, a respeito de votos. Entre outras coisas, observou que o “sonho” mencionado ali, que resulta duma ‘porção de negócios’, não se refere aos sonhos que se tem ao dormir, por causa dum dia atarefado. Antes, são sonhos egoístas, pessoais, que resultam quando alguém se deixa desviar do serviço de Deus e se envolve em atividades materialistas. Permitir isso produziria uma porção de “vaidades” e de “palavras” em justificação própria. Terminou por salientar a importância de se temer “o verdadeiro Deus”, como ajuda para ser fiel na designação missionária.

      Depois veio o discurso principal da formatura, proferido por N. H. Knorr. Ele recapitulou brevemente a história da escola missionária e o trabalho maravilhoso feito pelos formados. Desde o início da Escola, em 1.º de fevereiro de 1943, formaram-se bem mais de cinco mil estudantes, dos quais cerca da metade ainda está empenhada ativamente no ministério de tempo integral.

      O orador observou que, em grego, a expressão “agarrai-vos ao que é bom” é literalmente ‘grudares ao que é bom’, e ele exortou os estudantes a ficar grudados à sua designação. (Rom. 12:9, 11; Kingdom Interlinear Translation) Perseverar

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