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O testemunhador dentro de nósA Sentinela — 1973 | 15 de março
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por tal proceder dos líderes religiosos, dizendo que eles “procuravam observar minuciosamente a letra da lei e confiar o mínimo possível no critério e na consciência das pessoas”. (Vol. IX, p. 191; o grifo é nosso.) O que os líderes religiosos fizeram foi, de fato, impor sua própria consciência, seus próprios escrúpulos e suas preferências e preconceitos pessoais aos demais do povo. Jesus comparou este acréscimo de tradições à lei mosaica a “cargas pesadas” nos ombros dos homens e advertiu que esta elevação das tradições humanas ao mesmo nível das Escrituras resultava na invalidação da Palavra de Deus. (Mat. 15:1-9; 23:1-4) Jesus disse aos líderes religiosos que condenavam os seus discípulos por arrancar espigas no sábado: “Se tivésseis entendido o que significa: ‘Misericórdia quero, e não sacrifícios’, não teríeis condenado os inocentes.” — Mat. 12:1-7.
26. Que exemplo mostra como as regras tradicionais impediam os judeus de usar corretamente a sua consciência? E que efeito teve isso sobre seu coração?
26 Mais tarde, numa sinagoga, Jesus apelou para a sua consciência na aplicação da lei de Deus. O pacto da Lei não dizia nada sobre empenhos para cuidar dos doentes no sábado, mas a tradição judaica permitia isso apenas quando a vida da pessoa estava em perigo. Confrontado com um homem que tinha uma das mãos ressequida e com a pergunta que lhe foi feita pelos líderes religiosos, quanto a se era “lícito curar no sábado”, ou não, Jesus disse: ‘Quem é o homem entre vós que, tendo uma só ovelha, não a tiraria duma cova se caísse nela num sábado? Realmente, quanto mais vale um homem do que uma ovelha! É lícito fazer uma boa ação, uma ação excelente, no sábado?’ Mas, eles se negaram a usar a consciência; permaneceram calados. Jesus indignou-se, então, “estando profundamente contristado com a insensibilidade dos seus corações”, e passou a curar o homem. — Mat. 12:9-13; Mar. 3:1-5.
27. (a) Por que e errado querer que outra pessoa faça para nós as decisões em assuntos de moral? (b) Que perguntas surgem agora, as quais serão consideradas no artigo que segue?
27 Querer que alguém, um ancião ou o corpo de anciãos numa congregação, ou o corpo governante da congregação cristã, estabeleça um código de leis, além do que está na Bíblia, portanto, revela uma atitude errada. Nas questões em que a Palavra de Deus exige que usemos da faculdade da consciência — de critério, perspicácia, discernimento e sabedoria — não devemos tentar lançar a responsabilidade sobre outra pessoa, por fazer com que faça uma ‘decisão’. Podemos sabiamente procurar conselho e orientação — mas, o dito não pode passar disso, nem devemos querer outra coisa. Mas, como podemos ter a certeza de que este “testemunhador” dentro de nós dê o testemunho certo? Como podemos manter forte e clara a sua voz? Leia o próximo artigo, para obter as respostas a estas perguntas.
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“Recomendando-nos a toda consciência humana à vista de Deus”A Sentinela — 1973 | 15 de março
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“Recomendando-nos a toda consciência humana à vista de Deus”
1. Por que não é a faculdade da consciência, por si só um guia seguro?
NÃO BASTA ter a faculdade da consciência. Ela, em si mesma, não é um guia seguro na vida. Isto se dá porque faz parte de nós, intimamente relacionada com o nosso coração e afetada pela interação entre o coração e a mente. Portanto, de acordo com o que nós mesmos somos, com o que temos no coração e
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