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  • Por que e como ser parcimonioso?
    Despertai! — 1976 | 8 de setembro
    • A alimentação amiúde come a maior fatia do orçamento familiar. A parcimônia, portanto, significa ser cuidadoso, em primeiro lugar, quando se trata de comprar alimentos; daí, em prepará-los e então envolve o que fazer com as sobras. No que tange ao uso de sobras, poderá aprender uma lição com Jesus Cristo. Depois de miraculosamente alimentar cinco mil homens, ele deu as instruções: “Ajuntai os pedaços que sobraram, para que nada se desperdice.” (João 6:12) E a parcimônia também indicaria que se compre alimentos simples, saudáveis e não refinados, que contêm sua quota natural de vitaminas e sais minerais.

      A pessoa parcimoniosa também pensará em poupar dinheiro quando se trata de roupas. Quanto mais radical for seu estilo, seus padrões e suas cores, tanto mais rapidamente a pessoa se cansará delas. Via de regra, é sábio pagar um pouco mais para obter qualidade — se a pessoa espera usar a roupa por muito tempo. Manter as roupas asseadas, limpas, bem passadas e consertadas, fará com que durem mais. O mesmo se dá com seus sapatos. Se os mantiver bem engraxados, e substituir os solados e saltos antes que estes se gastem em demasia, poderá dobrar ou triplicar seu uso.

      Muitas, deveras, são as razões de se praticar a parcimônia. Por sermos criaturas sensatas, lógicas, praticar a parcimônia traz certo grau de satisfação e prazer. E visto que isso exige tanto a previsão como a autodisciplina, é deveras uma virtude; em especial visto que somos, com efeito, mordomos, sendo responsáveis perante Deus pelo modo em que usamos as dádivas que ele concedeu à humanidade.

  • Criemos uma floresta!
    Despertai! — 1976 | 8 de setembro
    • Criemos uma floresta!

      Do correspondente de “Despertai!” na Alemanha Ocidental

      QUANDO certo autor chamou os alemães de “povo da floresta”, talvez tenha tido em mente que a vida das velhas tribos germânicas era profundamente influenciada pelas enormes florestas que certa vez recobriam sua terra.

      O antigo historiador romano, Tácito, escreveu a respeito de certa tribo teutônica ou germânica: “Numa época fixada do ano, todos os vários povos que descendiam do mesmo ramo se reuniam, pelos seus representantes, numa floresta; consagrada pelas idolatrias de seus antepassados, e pelo temor supersticioso nos tempos antigos. . . . E dentre toda a sua superstição, esta é a inclinação e tendência; que, deste lugar, a nação derivou sua origem, que aqui Deus, o supremo Governador do mundo, reside, e que todas as outras coisas, sejam lá quais forem, estão sujeitas a ele.” — Germânia.

      As florestas virgens forneciam aos

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