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Evite perguntas sem proveitoA Sentinela — 1962 | 1.° de novembro
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que este versículo ou pensamento se adapta à norma do ensino salutar que já aprendi? Entendo os princípios ensinados por este texto? Notei o seu significado profético? Que doutrina cristã ensina ele? Será que esta instrução afeta meus tratos com outrem? Como?” Observe quaisquer fatos interessantes de fundo histórico providos. Concentre a sua atenção em “digerir” ao máximo que puder “o alimento sólido” necessário para a sua madureza cristã e vitória na luta pela fé. — Heb. 5:14, ALA.
Certificando-se das coisas importantes e edificando a sua fé sobre o conhecimento acurado da Palavra de Deus, será capaz de pregar e ensinar com autoridade, como Jesus o fez. (Mat. 7:28, 29) As suas palavras terão peso e convicção, habilitando-o a cumprir, plenamente o seu dever cristão de edificar outros com a verdade e o amor. (Efé. 4:15) Evitando a especulação e perguntas sem proveito demonstrará a sua mansidão e a sua voluntariedade de esperar pelo tempo devido de Jeová prover informações adicionais sobre todos os assuntos, se lhe aprouver. Ele pode fazer isto facilmente mediante esclarecimento adicional do nosso entendimento da Bíblia, causando que se realizem eventos preditos nela, ou até mesmo ressuscitando os mortos que conhecem os pormenores dos eventos passados. Todos os servos de Jeová que esperam por Ele e pela sua organização falarão concordemente, estando “inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer”, para o louvor dele e o nosso bem-estar eterno. — 1 Cor. 1:10, ALA.
Façamos, pois, o uso mais sábio do nosso tempo, evitando perguntas sem proveito e lembrando-nos sempre do conselho de Paulo: “[Aprenda] a não ir além do que está escrito.” — 1 Cor. 4:6, NTR.
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Da boca de pequeninosA Sentinela — 1962 | 1.° de novembro
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Da boca de pequeninos
Um casal da Suíça passava as férias na França com o seu filho de cinco anos e meio. Um dia o garoto foi passear com uma menina. Pelo caminho pararam para ver um cabrito pastando no prado. Neste momento uma senhora e um cavalheiro vinham passeando e também pararam para apreciar a cena. Dirigindo-se ao garotinho fizeram uma ou duas observações agradáveis sobre o cabrito. O garoto respondeu: “O cabrito é também uma das criações de Jeová, mas ele não pode falar nem orar a Jeová. Mas eu oro a Jeová todos os dias.” Como se aproximava o Natal, o senhor disse ao menino, desejando dar-lhe parabéns: “Porque é bonzinho, o menino Jesus lhe trará um bonito brinquedo para o Natal.” O menino respondeu: “Oh, não acreditamos que o menino Jesus traz presentes e não celebramos o Natal; somos testemunhas de Jeová.”
Admirado de receber tal resposta do garotinho, o senhor perguntou onde moravam os pais, pois ele gostaria de vê-los e entrar em contato com as testemunhas de Jeová. O menino mostrou-lhe a casa onde estavam hospedados. E, acertadamente, alguns dias depois a senhora e o cavalheiro visitaram os pais do garotinho. Disseram como se encontraram e expressaram a sua admiração pela atitude da criança. Pediram informações sobre o trabalho e as crenças das testemunhas de Jeová. Ficaram profundamente interessados no que ouviram e começaram a freqüentar o estudo de livro de congregação imediatamente. Aí ficaram impressionados com o estudo cabal da Bíblia feito pelas testemunhas de Jeová e com as respostas inteligentes que ouviram. Sentiram que isto devia ser a verdade. — Anuário das Testemunhas de Jeová para 1962, página 253.
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