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“Boa saúde para vós!”A Sentinela — 1982 | 15 de dezembro
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ortodoxas de artigo considerará esses aspectos diagnóstico ou terapia? Há quaisquer perigos espirituais relacionados com algumas delas? Como deve seu conceito sobre o reino de Deus influir em sua opinião sobre a saúde? O próximo artigo considerará esses aspectos.
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A “boa saúde” e a razoabilidade cristãA Sentinela — 1982 | 15 de dezembro
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A “boa saúde” e a razoabilidade cristã
O APÓSTOLO Paulo escreveu aos cristãos da antiga Filipos: “Seja a vossa razoabilidade conhecida de todos os homens.” Ele incentivava assim a eles, e a todos os cristãos desde então, a demonstrarem o espírito de moderação e de equilíbrio racional. — Filipenses 4:5.
Precisamos de razoabilidade no que tange à nossa saúde. Por exemplo, precisamos evitar excessos ou extremos no que comemos, e precisamos ter suficiente exercício e descanso. Nossa atitude para com tratamentos deve do mesmo modo basear-se na razão, refletindo cuidado para não nos deixarmos influenciar emocionalmente por alguma moda passageira relacionada com a saúde. A razoabilidade é necessária também para mantermos o equilíbrio entre nossa saúde espiritual e nossa saúde física precisamos ‘certificar-nos das coisas mais importantes’, para que a nossa preocupação com a saúde não relegue o reino de Deus a segundo plano. — Filipenses 1:10.
SER SELETIVO QUANTO A TRATAMENTOS
Ao tomar decisões quanto a questões médicas, ou de saúde, é bom reconhecer que mesmo essas questões podem ser influenciadas pela popularidade ou por modas. Talvez se lembre de tratamentos que em certa época foram populares, mas que agora são encarados de maneira bem diferente. Lembra-se de quando os médicos usavam raios X para o acne, extraíam as amígdalas por motivos insignificantes, ou prescreviam os novos medicamentos à base de sulfa ou a penicilina para quase qualquer infecção? As coisas mudaram. Embora tais terapias sejam apropriadas em alguns casos, a experiência e a pesquisa têm revelado alguns efeitos colaterais indesejáveis, ou indicado que devem ser empregadas de maneira bem seletiva.
Se os médicos, instruídos no “método científico” e treinados para ter cautela quanto a novos medicamentos ou novas terapias, podem ser influenciados pela opinião popular, quanto mais fácil será para o leigo perder o equilíbrio diante das modas passageiras relacionadas com o cuidado da saúde E isso acontece com milhões de pessoas. Com freqüência, têm adotado certo tratamento de limitado valor terapêutico, mas do qual pessoas não habilitadas
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