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Quando não deve ser bondoso consigo mesmoA Sentinela — 1980 | 15 de novembro
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disciplinado para se alcançar habilidade e perícia.
O cristão dedicado, especialmente, precisa cuidar-se quanto a ser demasiadamente bondoso consigo mesmo quando deveria exercer disciplina. Quão fácil é deixar o tempo inclemente servir de desculpa para não irmos às reuniões da congregação cristã ou para não participarmos no trabalho de pregação e de fazer discípulos! Um programa de TV pode ser um convite para fazer alguém negligenciar as obrigações do ministro cristão. Seriados populares ou novelas podem ser tão absorventes que levem alguém a se descuidar de suas necessidades espirituais. Tal proceder de bondade imprevidente para consigo mesmo lhe pode acarretar efeitos nocivos de longo alcance. O ditado destaca o ponto: “Primeiro o dever, depois o prazer.” Aguarde a ocasião em que o prazer não se choca com o dever.
Poderia você, de uma maneira frustradora, não ser bondoso consigo mesmo? Sim, poderia. Caso você tenha a ambição de ficar rico, o amor ao dinheiro pode levá-lo a labuta, fadiga, tensão e intriga. Pode induzi-lo a violar as leis ou causar-lhe um colapso nervoso. A Bíblia deixa claro que tal busca de riquezas é uma maneira de não sermos bondosos com nós mesmos. Dois ela diz: “Os que estão resolvidos a ficar ricos caem em tentação e em laço, e em muitos desejos insensatos e nocivos, que lancem os homens na destruição e na ruína.” Traspassam-se “todo com muitas dores”. Deveras, adotar tal proceder não é ser bondoso consigo mesmo, nem tampouco com a família. — 1 Tim. 6:9, 10.
O segundo grande mandamento que Jesus Cristo citou — “amar o teu próximo como a ti mesmo” — tem muito que ver com o ponto aqui em questão. Devemos amar a nós mesmos. Devemos mostrar bondade para com nós mesmos. Mas, não devemos fazer isto de maneira egoísta e imprudente. Amarmos a nós mesmos está restringido pelo primeiro mandamento, que requer que amemos a Deus de todo o nosso coração, alma, mente e força. Cumprir este mandamento significará não sermos, muitas vezes, bondosos para com nós mesmos. E amarmos a nós mesmos está também restringido pelo segundo mandamento, amarmos nosso próximo como a nós mesmos. (Mar. 12:29-31) Se tivermos em mente nossas obrigações para com Deus e para com nosso próximo, saberemos discernir quando devemos e quando não devemos ser bondosos com nós mesmos.
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Por que ‘sujeitar-se’?A Sentinela — 1980 | 15 de novembro
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Por que ‘sujeitar-se’?
ENTRE os muitos mandamentos encontrados repetidamente na Palavra de Deus, a Bíblia, está o de ‘sujeitar-se’. Lemos em Romanos 13:1: “Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores”, isto é, aos governos. Os homens mais jovens são aconselhados a ‘sujeitarem-se aos homens mais idosos’. (1 Ped. 5:5) Então, o apóstolo Paulo admoesta novamente: “As esposas estejam sujeitas aos seus maridos.” — Efé. 5:22.
Sujeitar-se vai de encontro à índole de muitos humanos imperfeitos, tanto assim que, de fato, toda sorte de movimentos sociais são organizados para se rebelar, amiúde de maneira violenta, contra a sujeição. Por exemplo, não faz muito tempo, o Times de Nova Iorque noticiou num só dia os
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