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Jeová humilhou uma cidade arroganteProfecia de Isaías — Uma Luz para Toda a Humanidade I
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10. Quem Jeová usaria para derrotar Babilônia?
10 Que potência governamental Jeová usaria para derrotar Babilônia? Ele deu a resposta com cerca de 200 anos de antecedência: “Eis que desperto contra eles os medos, que reputam a própria prata como nada e que, quanto ao ouro, não se agradam dele.
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A magnífica Babilônia cairia, e o instrumento que Jeová usaria para realizar isso seriam os exércitos do longínquo e montanhoso país da Média.a
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a Isaías menciona apenas os medos, mas diversas nações estariam aliadas contra Babilônia — Média, Pérsia, Elão e outras nações menores. (Jeremias 50:9; 51:24, 27, 28) As nações vizinhas chamavam tanto os medos como os persas de “o medo”. Além disso, nos dias de Isaías, a Média era a potência dominante. Foi somente sob o governo de Ciro que a Pérsia se tornou dominante.
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11, 12. (a) Como foi que a Média se tornou uma potência mundial? (b) Que característica incomum dos exércitos da Média menciona a profecia?
11 Nos dias de Isaías, tanto a Média como Babilônia estavam sob jugo assírio. Cerca de um século depois, em 632 AEC, a Média e Babilônia uniram forças e derrubaram Nínive, a capital da Assíria. Isso abriu caminho para Babilônia se tornar a potência mundial dominante. Ela nem imaginava que cerca de 100 anos mais tarde a Média a destruiria. Quem, além de Jeová Deus, poderia fazer uma previsão tão ousada?
12 Ao identificar seu instrumento de destruição, Jeová diz que os exércitos da Média “reputam a própria prata como nada e . . . quanto ao ouro, não se agradam dele”. Uma característica incomum em se tratando de soldados insensibilizados pela guerra! O erudito bíblico Albert Barnes diz: “A verdade é que poucos exércitos invasores não foram influenciados pelo desejo de obter despojos.” Será que os exércitos dos medos agiram de acordo com as predições de Jeová nesse respeito? Sim. Veja o seguinte comentário em The Bible-Work, preparado por J. Glentworth Butler: “Em contraste com a maioria das nações que já travaram guerras, os medos, e especialmente os persas, davam menos importância ao ouro do que à conquista e à glória.”b Em vista disso, não é de surpreender que, ao libertar os israelitas do exílio babilônico, o governante persa, Ciro, lhes tenha devolvido milhares de utensílios de ouro e de prata que Nabucodonosor havia retirado do templo em Jerusalém. — Esdras 1:7-11.
13, 14. (a) Embora não estivessem interessados em despojos, que ambição tinham os guerreiros medos e persas? (b) Como foi que Ciro contornou as famosas defesas de Babilônia?
13 Apesar de não serem aficionados por despojos, os guerreiros medos e persas eram ambiciosos. Não queriam ficar abaixo de nenhuma nação no cenário mundial. Além disso, Jeová colocou “assolação” no coração deles. (Isaías 13:6)
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14 Ciro, líder dos exércitos medo-persas, não se deixou desanimar pelas fortificações de Babilônia. Na noite de 5/6 de outubro de 539 AEC, ele ordenou que as águas do rio Eufrates fossem desviadas. À medida que o nível das águas baixava, os invasores entraram sorrateiramente na cidade pelo leito do rio, com a água na altura das coxas. Os moradores de Babilônia foram pegos de surpresa, e ela caiu. (Daniel 5:30) Para não deixar dúvidas de que estava manobrando os acontecimentos, Jeová Deus inspirou Isaías a profetizar esses eventos.
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b Tudo indica, porém, que posteriormente os medos e os persas desenvolveram grande amor pelo luxo. — Ester 1:1-7.
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