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Educação nos tempos bíblicosA Sentinela — 1992 | 1.° de novembro
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Nabucodonosor mandou que esses quatro recebessem um curso de treinamento especial, de três anos, ‘na escrita e na língua dos caldeus’.
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Educação nos tempos bíblicosA Sentinela — 1992 | 1.° de novembro
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(Daniel 1:4, 5) Isto era potencialmente perigoso, por diversos motivos. É provável que o currículo não era simplesmente um curso de língua de três anos de duração. O termo “caldeus”, neste trecho, é por alguns considerado como indicando “não os babilônios como povo, mas a classe instruída”. (The Soncino Books of the Bible [Os Livros da Bíblia, de Soncino]) C. F. Keil, no seu comentário sobre Daniel, declara: “Daniel e seus companheiros deviam ser instruídos na sabedoria dos sacerdotes e dos eruditos caldeus, ensinada nas escolas de Babilônia.”
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Educação nos tempos bíblicosA Sentinela — 1992 | 1.° de novembro
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Quanto aos estudos deles, os eventos subseqüentes na vida de todos os quatro hebreus jovens provam além de qualquer dúvida que seus três anos de currículo compulsório de cultura babilônica não os fizeram desviar-se do seu profundo apego a Jeová e à Sua adoração pura. (Daniel, capítulos 3 e 6) Jeová habilitou-os a emergir incólumes destes três anos de imersão forçada na erudição babilônica. “No que se referia a estes mancebos, os quatro deles, a estes o verdadeiro Deus deu conhecimento e perspicácia em toda a escrita e sabedoria; e o próprio Daniel tinha entendimento de toda sorte de visões e sonhos. E quanto a todo assunto de sabedoria e de compreensão sobre que o rei os consultou, ele até chegou a achá-los dez vezes melhores do que todos os sacerdotes-magos e os conjuradores que havia em todo o seu domínio real.” — Daniel 1:17, 20.
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