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CinzasEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
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Todo dia, um sacerdote levítico removia as cinzas gordurosas (dé·shen) resultantes da queima dos sacrifícios de animais no altar e as levava “a um lugar limpo, fora do acampamento”. (Le 6:9-11) De acordo com Números, capítulo 19, também se abatia e queimava fora do acampamento uma vaca vermelha, sadia, sem defeito, e sobre a qual não se pusera ainda jugo. As cinzas desta “oferta pelo pecado” eram depositadas num lugar limpo fora do acampamento (Núm 19:9), e assim havia uma parte disponível para ser misturada com água, a fim de ser aspergida sobre pessoas ou coisas impuras para purificá-las. (Núm 19:17) O apóstolo Paulo referiu-se à figurativa purificação da carne por meio das “cinzas [gr.: spo·dós] duma novilha”, para destacar a purificação muito maior de “consciências de obras mortas”, possível pelo “sangue do Cristo”. — He 9:13, 14.
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NovilhaEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 2
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Em Israel, quem tocasse num cadáver humano, num osso humano ou num túmulo, ou quem entrasse numa tenda em que jazia um cadáver, era impuro. Ele tinha de passar por um processo específico de purificação, sob pena de ser ‘decepado do meio da congregação’. Neste processo usavam-se as cinzas duma sadia novilha vermelha, sobre a qual não tinha vindo jugo. Espargia-se sobre o impuro água misturada com uma parte destas cinzas. Paulo fez referência a este processo, mostrando que este só tinha o efeito de santificar no que se referia à pureza da carne, mas que tipificava a verdadeira purificação da consciência por meio do sacrifício de Jesus Cristo. — Núm 19:1-22; He 9:13, 14.
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